O #4 Festival A Cidade Precisa de Você: Clima, Justiça e Cooperação acontece dos dia 17 a 20 de novembro na Brasilândia e oferece atividades para reconectar os habitantes da cidade com as qualidades da natureza, que insiste em resistir debaixo do concreto.

 

Desejamos sensibilizar gestores públicos, agentes de transformação do território e comunidades para um outro olhar para a cidade. Um olhar que reconheça a multiplicidade de seres que nela habitam e que fortaleça a transição para uma cultura urbana mais resiliente e regenerativa. Haverá rodas de conversa, oficinas, palestras e apresentações musicais – tudo gratuito e para todas as faixas etárias. 100 anos após a Semana de Arte Moderna, vamos usar a arte e a cultura para questionar o concreto a partir de suas rachaduras. 

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O #4 Festival é um desdobramento do projeto ECOCIDADE – A Cidade Precisa de Agroecologia. De junho de 2021 a maio de 2022, o Instituto A Cidade Precisa de Você apoiou iniciativas que trabalham em todo o ciclo do alimento na escala local. Foram criadas estratégias em prol da justiça climática, desenvolvimento sustentável e redução de desigualdades socioespaciais. Por meio de articulações entre moradores e iniciativas agroecológicas, o projeto potencializou um sistema alimentar circular e regenerativo, em prol da soberania e justiça alimentar.

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[17/11] Quinta-feira

ETEC PAULISTANO (veja aqui como chegar)

[10h às 11h] Esquenta de Abertura

Colaboradores do instituto apresentarão o projeto ECOCIDADE: A Cidade Precisa de Agroecologia. Realizado entre junho de 2021 e maio de 2022, o projeto apoiou iniciativas comunitárias da Brasilândia em prol da soberania e justiça alimentar. Também será apresentada a programação do festival. (Atividade fechada para alunos e professores da ETEC Paulistano))

[11h as 12h] Roda de Conversa: Importância dos Movimentos Estudantis

Qual a importância da articulação e mobilização de jovens no ambiente escolar? Discutiremos o protagonismo dos movimentos e organizações estudantis, contando com a participação do grêmio da ETEC Paulistano! (Atividade fechada para alunos e professores da ETEC Paulistano)

[12h30 às 14h10] Sarau Batalha da Rubi + Eloah

Microfone aberto para que os alunos possam se expressar artisticamente, facilitado pelo coletivo Batalha da Rubi, grupo de freestyle da região noroeste, com participação da artista Eloah. (Atividade fechada para alunos e professores da ETEC Paulistano)

[14h10 às 15h30] Cultura e Sustentabilidade com Plantifique

Plantifique é um projeto criado na ETEC Paulistano pelas alunas Geovana Morais e Estella Chiochetti que visa a produção e doação de alimentos às famílias em situação de vulnerabilidade no entorno da escola. A atividade pretende discutir como as diferentes culturas e espaços lidam com a sustentabilidade, dando ênfase na cultura periférica. (Atividade fechada para alunos e professores da ETEC Paulistano)

CONFIRA ABAIXO A PROGRAMAÇÃO COMPLETA

As atividades são gratuitas e para todas as idades.

[11h as 15h] Mesa Gráfica

O que te atravessa? Na mesa gráfica, os participantes têm à disposição papéis, tintas, carimbos e stencils para criar colagens, cartazes e intervenções artísticas sobre os temas do Festival. Venha materializar seus sonhos, insatisfações, questionamentos e reivindicações. (Atividade fechada para alunos e professores da ETEC Paulistano)

[16h20 às 18h20] Como tratar da pauta do clima e da segurança alimentar nas escolas?

Pensar a educação é urgente para uma cultura de cuidado do clima. Diversas escolas exploram estratégias de cultivo de hortas, cuidado com áreas de descarte irregular de lixo no entorno, visitas pedagógicas a áreas de biodiversidade e a compostagem de resíduos – transformando aprendizados teóricos em ações práticas. Atuar em escolas, além de conscientizar as futuras gerações, é uma forma de impactar a comunidade e as famílias. Nesta atividade, vamos conhecer casos inspiradores e colocar diversos educadores e alunos para discutir e pensar juntos estratégias para tornar a educação ambiental mais inclusiva e potente.

[19h as 21h30] Como medir projetos de impacto socioambiental? (ONLINE)

É necessário pensar soluções e estratégias para mitigar efeitos do impacto climático urgentemente. Mas, para isso, também é necessário saber medir nosso impacto. Nesta atividade online, vamos aprender a criar um plano de medição de impacto socioambiental, um importante item para nortear decisões de planejamento, execução e gestão de projetos. Serão apresentados projetos de impacto socioambiental de quatro organizações da Rede Brasileira de Urbanismo Colaborativo. Em seguida, acontecerá um workshop de criação de planos de medição de impacto, promovido pelo Insper.

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Vamos nos debruçar em saberes populares e ancestrais que são necessários para construir um futuro mais justo e sustentável. Será um momento de entender as raízes dos problemas socioambientais da cidade, intrínsecos aos processos de colonização e apagamento histórico do país. Após as reflexões, será oferecido um espaço de acolhimento, de cuidado e de criação de comunidade.

[12h às 14h30] Oficina de Cozinha Coletiva: culinária com aproveitamento

total dos alimentos

Cultura alimentar é manifestação de um modo de vida. É uma síntese do conhecimento tradicional, passado de geração a geração. Num mundo que é tomado pelo frenesi do capital, as culturas alimentares são marginalizadas, junto com os seus guardiões. Nesta oficina, vamos cozinhar com diferentes grupos que, à sua maneira, ressignificam a relação com a comida, resgatam sabores e saberes e ensinam os valores nutricionais e éticos dos alimentos. Vamos cozinhar na base do reaproveitamento, pois, quando se fala de alimentos, lixo não existe. Participantes: PerifaAlimenta Cozinha Ocupação 9 de Julho Mulheres do GAU

[14h30 às 15h00] Oficina de sal de ervas

Um convite para o cuidado com o nosso corpo a partir da nossa alimentação. Vamos aprender a fazer um Sal de Ervas, uma maneira de temperar refeições com ingredientes naturais e menos sódio. participantes: Elaine Melo (PAVS): Olá, sou Elaine, formada em Ciências Biológicas, pós graduada em Gestão em Saúde, trabalho na saúde a 15 anos com saúde pública, atualmente sou Gestora do PAVS (Programa Ambientes Verdes e Saudáveis) da região da Brasilândia.

[15h às 16h30] Oficina de Plano de Bairro Circular e Participativo

Desde o Plano Diretor Estratégico de São Paulo de 2013 é previsto como direito da sociedade a participação e a gestão democrática do planejamento urbano, sendo previsto o fomento a Planos de Desenvolvimento do Bairro. A partir de experiências consolidadas, vamos discutir na oficina quais processos podem alimentar a criação de um plano de bairro circular e participativo na Brasilândia.

[16h30 às 17h15] Palestra sobre Plantas Medicinais e Roda de Chás

As plantas são utilizadas como remédios há milênios. É um saber ancestral de conexão à terra e aos ciclos naturais, passado de geração em geração. Cultivar tais conhecimentos é se opor à tendência de isolamento e fragmentação – é unir nossos corpos, terra e heranças. Nesta palestra, vamos conhecer algumas plantas vindas de hortas da Brasilândia e aprender quando e como utilizá-las. Lembrando: saborear um chá é compartilhar espaços. É um momento de olhar nos olhos, desacelerar o tempo e reconhecer o outro. É sobre criar comunidades de pertencimento e compartilhar subjetividades.

[17h30 às 19h00] Contação de histórias dos bairros da Brasilândia

A cidade é fruto do encontro – e embate de diversos atores. Ela é moldada por lutas e transformações. Um local continuamente reinventado, reconstruído e reinterpretado. Nesta roda, trazemos griôs e bibliotecas itinerantes que mantêm vivas nossas memórias. Vamos lembrar que memórias são políticas e ferramentas de compreensão sobre nós, os outros e nossa história. participantes: Noêmia Mendonça: Hilda: Jussara: Jaqueline Conceição (mediação)

[19h às 20h] Vivência de Cultura Popular com Sambaqui

O que te atravessa? Na mesa gráfica, os participantes têm à disposição papéis, tintas, carimbos e stencils para criar colagens, cartazes e intervenções artísticas sobre os temas do #4 Festival. Venha materializar seus sonhos, insatisfações e reivindicações sobre a cidade.

[14h às 20h] Mesa Gráfica

O que te atravessa? Na mesa gráfica, os participantes têm à disposição papéis, tintas, carimbos e stencils para criar colagens, cartazes e intervenções artísticas sobre os temas do #4 Festival. Venha materializar seus sonhos, insatisfações e reivindicações sobre a cidade.

[18/11] Sexta-feira

CENTRO CULTURAL DA JUVENTUDE - CCJ RUTH CARDOSO (veja aqui como chegar)

[19/11] Sábado

[9h às 12h] Mutirão na horta do Jd. Guarani

Criada em 2018, a horta do Jd. Guarani está instalada numa área que era usada para descarte irregular de lixo. Após a revitalização, os moradores utilizam o espaço para cultivar hortaliças, frutas e ervas medicinais, tanto para autoconsumo quanto para venda e doação. Durante o mutirão, vamos limpar o terreno, construir canteiros, cuidar da terra e plantar. Local: Horta Jardim Guarani (Atividade aberta mediante inscrições)

[10h30 às 12h] LAB Como Fazer ECOCIDADE: políticas do ciclo do alimento na cidade

O programa Programa Operação Trabalho (POT), criado em 2001 pela Prefeitura de São Paulo, tem como objetivo apoiar a reinserção de pessoas desempregadas no mercado de trabalho. Entre 2017 e 2020 passaram pelo POT mais de 4 mil pessoas, em projetos como o POT Redenção, o Zeladores de Parques e o Hortas e Viveiros Urbanos (descontinuado). As iniciativas atuam na transição agroecológica, manutenção de áreas verdes e hortas urbanas. Por sua vez, os participantes se tornam agentes multiplicadores no processo de educação, proteção ambiental e conscientização das comunidades na transformação de espaços e segurança alimentar. A provocação desta roda de conversa é refletir, a partir do modelo do POT, como expandir iniciativas de hortas comunitárias, compostagem e preparo e logística de alimentos. Local: CEU Paulistano

[12h às 13h30] Oficina de hortas em pequenos espaços

Não é necessário ter uma grande área para começar uma horta. Existem muitas opções de alimentos capazes de serem plantados com sucesso em espaços reduzidos. Ter a sua própria horta é ter acesso a alimentos frescos e saudáveis, se reconectar com o ciclos naturais e saber mais sobre o que se come. Nesta atividade, te convidamos a aprender como construir sua própria horta, para que você possa plantar e colher na sua própria casa. Local: CEU Paulistano (Atividade aberta mediante inscrições)

[12h as 14h] Mesa Gráfica

O que te atravessa? Na mesa gráfica, os participantes têm à disposição papéis, tintas, carimbos e stencils para criar colagens, cartazes e intervenções artísticas sobre os temas do Festival. Venha materializar seus sonhos, insatisfações, questionamentos e reivindicações. (Atividade fechada para alunos e professores da ETEC Paulistano)

[14h30 às 16h] Roda de Conversa Cinturão Verde e Segurança Alimentar: estratégias para o cuidado do clima

No Brasil, mais da metade do que vai para a mesa da população vem da agricultura familiar. No entanto, metade da área produtiva do país é ocupada por apenas 1% de proprietários rurais. No Estado de São Paulo, 26 milhões de pessoas vivem com insegurança alimentar. Ou seja, 56% da população tem incerteza se vai conseguir alimentos no futuro. Neste contexto, é urgente discutir acesso à terra, insumos e apoio ao pequeno agricultor. Ao mesmo tempo, a cidade de São Paulo abriga o Cinturão Verde, conjunto de áreas verdes que circundam a metrópole, que é essencial para a qualidade de vida da cidade. O cinturão abriga mananciais de abastecimento, estabiliza o clima e preserva a qualidade do ar. A oferta de água do cinturão é essencial para a agricultura sustentável da região, que oferece alimentos a baixo custo para a população, uma vez que tem menos gastos com logística. Nesta roda de conversa, vamos debater como preservar a qualidade de vida na cidade por meio da conservação do Cinturão Verde, atualmente ameaçado pela especulação imobiliária; grandes obras, como o Rodoanel; extrativismo; mineração e descarte irregular de lixo urbano. Local: CEU Paulistano

[16h as 18h] Oficina de Máscaras com Materiais Recicláveis

Máscara é um acessório utilizado para cobrir o rosto que, com base na criatividade, pode ter inúmeros propósitos. Entre eles estão os lúdicos (bailes de máscaras e carnaval), os religiosos e os artísticos, como as máscaras usadas no teatro, filmes e revistas de quadrinhos. A proposta desta oficina é criar máscaras a partir de materiais recicláveis. Em meio a uma discussão sobre identidade, vamos reinventar o uso das máscaras e criar personas e seres. Local: Praça Marielle Franco (Atividade aberta mediante inscrições)

Como podemos reverter o colapso climático? Qual a potência de iniciativas comunitárias na proposição de soluções? Quais ações estão sendo feitas para transformar a realidade da cidade? No terceiro dia do #4 Festival, vamos partir para a ação em atividades de hortas comunitárias, espaços culturais autônomos e feiras criativas e sustentáveis. A ideia é partilhar conhecimentos e criar capacidades comunitárias que subvertem a lógica tradicional de desenvolvimento. Vamos rachar o concreto!

HORTA JD. GUARANI (veja aqui como chegar)

CEU PAULISTANO (veja aqui como chegar)

PRAÇA MARIELLE FRANCO (veja aqui como chegar)

[16h as 18h] Oficina de Máscaras com Materiais Recicláveis

Máscara é um acessório utilizado para cobrir o rosto que, com base na criatividade, pode ter inúmeros propósitos. Entre eles estão os lúdicos (bailes de máscaras e carnaval), os religiosos e os artísticos, como as máscaras usadas no teatro, filmes e revistas de quadrinhos. A proposta desta oficina é criar máscaras a partir de materiais recicláveis. Em meio a uma discussão sobre identidade, vamos reinventar o uso das máscaras e criar personas e seres. Local: Praça Marielle Franco (Atividade aberta mediante inscrições)

[16h as 18h] Oficina de Máscaras com Materiais Recicláveis

Máscara é um acessório utilizado para cobrir o rosto que, com base na criatividade, pode ter inúmeros propósitos. Entre eles estão os lúdicos (bailes de máscaras e carnaval), os religiosos e os artísticos, como as máscaras usadas no teatro, filmes e revistas de quadrinhos. A proposta desta oficina é criar máscaras a partir de materiais recicláveis. Em meio a uma discussão sobre identidade, vamos reinventar o uso das máscaras e criar personas e seres. Local: Praça Marielle Franco (Atividade aberta mediante inscrições)

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[19/11] Sábado

[9h às 12h] Mutirão na horta do Jd. Guarani

Criada em 2018, a horta do Jd. Guarani está instalada numa área que era usada para descarte irregular de lixo. Após a revitalização, os moradores utilizam o espaço para cultivar hortaliças, frutas e ervas medicinais, tanto para autoconsumo quanto para venda e doação. Durante o mutirão, vamos limpar o terreno, construir canteiros, cuidar da terra e plantar. Local: Horta Jardim Guarani (Atividade aberta mediante inscrições)

[10h30 às 12h] LAB Como Fazer ECOCIDADE: políticas do ciclo do alimento na cidade

O programa Programa Operação Trabalho (POT), criado em 2001 pela Prefeitura de São Paulo, tem como objetivo apoiar a reinserção de pessoas desempregadas no mercado de trabalho. Entre 2017 e 2020 passaram pelo POT mais de 4 mil pessoas, em projetos como o POT Redenção, o Zeladores de Parques e o Hortas e Viveiros Urbanos (descontinuado). As iniciativas atuam na transição agroecológica, manutenção de áreas verdes e hortas urbanas. Por sua vez, os participantes se tornam agentes multiplicadores no processo de educação, proteção ambiental e conscientização das comunidades na transformação de espaços e segurança alimentar. A provocação desta roda de conversa é refletir, a partir do modelo do POT, como expandir iniciativas de hortas comunitárias, compostagem e preparo e logística de alimentos. Local: CEU Paulistano

[12h às 13h30] Oficina de hortas em pequenos espaços

Não é necessário ter uma grande área para começar uma horta. Existem muitas opções de alimentos capazes de serem plantados com sucesso em espaços reduzidos. Ter a sua própria horta é ter acesso a alimentos frescos e saudáveis, se reconectar com o ciclos naturais e saber mais sobre o que se come. Nesta atividade, te convidamos a aprender como construir sua própria horta, para que você possa plantar e colher na sua própria casa. Local: CEU Paulistano (Atividade aberta mediante inscrições)

[12h as 14h] Mesa Gráfica

O que te atravessa? Na mesa gráfica, os participantes têm à disposição papéis, tintas, carimbos e stencils para criar colagens, cartazes e intervenções artísticas sobre os temas do Festival. Venha materializar seus sonhos, insatisfações, questionamentos e reivindicações. (Atividade fechada para alunos e professores da ETEC Paulistano)

[14h30 às 16h] Roda de Conversa Cinturão Verde e Segurança Alimentar: estratégias
para o cuidado do clima

No Brasil, mais da metade do que vai para a mesa da população vem da agricultura familiar. No entanto, metade da área produtiva do país é ocupada por apenas 1% de proprietários rurais. No Estado de São Paulo, 26 milhões de pessoas vivem com insegurança alimentar. Ou seja, 56% da população tem incerteza se vai conseguir alimentos no futuro. Neste contexto, é urgente discutir acesso à terra, insumos e apoio ao pequeno agricultor. Ao mesmo tempo, a cidade de São Paulo abriga o Cinturão Verde, conjunto de áreas verdes que circundam a metrópole, que é essencial para a qualidade de vida da cidade. O cinturão abriga mananciais de abastecimento, estabiliza o clima e preserva a qualidade do ar. A oferta de água do cinturão é essencial para a agricultura sustentável da região, que oferece alimentos a baixo custo para a população, uma vez que tem menos gastos com logística. Nesta roda de conversa, vamos debater como preservar a qualidade de vida na cidade por meio da conservação do Cinturão Verde, atualmente ameaçado pela especulação imobiliária; grandes obras, como o Rodoanel; extrativismo; mineração e descarte irregular de lixo urbano. Local: CEU Paulistano

[16h as 18h] Oficina de Máscaras com Materiais Recicláveis

Máscara é um acessório utilizado para cobrir o rosto que, com base na criatividade, pode ter inúmeros propósitos. Entre eles estão os lúdicos (bailes de máscaras e carnaval), os religiosos e os artísticos, como as máscaras usadas no teatro, filmes e revistas de quadrinhos. A proposta desta oficina é criar máscaras a partir de materiais recicláveis. Em meio a uma discussão sobre identidade, vamos reinventar o uso das máscaras e criar personas e seres. Local: Praça Marielle Franco (Atividade aberta mediante inscrições)

Como podemos reverter o colapso climático? Qual a potência de iniciativas comunitárias na proposição de soluções? Quais ações estão sendo feitas para transformar a realidade da cidade? No terceiro dia do #4 Festival, vamos partir para a ação em atividades de hortas comunitárias, espaços culturais autônomos e feiras criativas e sustentáveis. A ideia é partilhar conhecimentos e criar capacidades comunitárias que subvertem a lógica tradicional de desenvolvimento. Vamos rachar o concreto!

HORTA JD. GUARANI (veja aqui como chegar)

CEU PAULISTANO (veja aqui como chegar)

PRAÇA MARIELLE FRANCO (veja aqui como chegar)

[16h as 17h30] Roda de conversa Viver de Bike na Periferia

Coletivos de entregas justas reúne pessoas que usam bicicletas para coletar e distribuir produtos pela cidade. Essas iniciativas ativam a economia local, valorizam o entregador e incentivam a mobilidade sustentável. A partir da troca de experiências entre diferentes coletivos de entregas justas, vamos discutir sobre as oportunidades e desafios de fortalecimento do modelo nas periferias de São Paulo. Local: Praça Marielle Franco

[16h as 18h] Mesa Gráfica

O que te atravessa? Na mesa gráfica, os participantes têm à disposição papéis, tintas, carimbos e stencils para criar colagens, cartazes e intervenções artísticas sobre os temas do #4 Festival. Venha materializar seus sonhos, insatisfações e reivindicações sobre a cidade. Local: Praça Marielle Franco

[17h30 as 19h30] Bike System

O coletivo Bike System usa bicicletas com sistemas de som para ocupar espaços públicos. A última atividade do terceiro dia do #4 Festival será uma festa ambulante. Vamos usar a música e a dança para viver a mobilidade ativa e o direito à cidade! Local: Praça Marielle Franco

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[20/11] Domingo

ESPAÇO CULTURAL JARDIM DAMASCENO (veja aqui como chegar)

[9h às 13h] Caminhada Vozes da Cantareira

Esta é uma iniciativa ecosocial que visa percorrer o território da Serra da Cantareira e suas bordas conhecendo projetos e memórias acerca da ocupação histórica da maior floresta urbana do mundo. Numa era em que o progresso se torna objetivo e sonho de muitxs, as florestas brasileiras vão perdendo seus territórios para o mercado capitalista, acompanhando os rumos da degradação impulsionada pela derrubada do verde e na poluição do ar e das águas urbanas. Em meio a este cenário de violência e descaso, buscaremos memórias e projetos que lutam para manter esta reserva da Mata Atlântica de pé. (Atividade aberta mediante inscrições) botão: Inscreva-se! Local: Saída a partir do Espaço Cultural Jardim Damasceno

É possível criar juntos outra cidade, mais justa, inclusiva, sustentável e diversa?

Durante o ECOCIDADE, experimentamos caminhos e soluções de transição para uma cultura urbana cultura mais resiliente, justa e regenerativa.
A ambição do Instituto A Cidade Precisa de Você é usar a colaboração para construir políticas públicas que fortaleçam esse ecossistema. Queremos transformar áreas livres ou subutilizadas em hortas urbanas; fortalecer instâncias de participação; criar polos de educação ambiental; conectar espaços públicos, educativos e comunitários. No último dia do 4# Festival, vamos sonhar e restaurar Futuros mais diversos, justos e conscientes. 

[14h às 15h30] Roda de Conversa Racismo Ambiental, ética do cuidado e gênero

Como o corpo se relaciona com o espaço? Como a opressão se perpetua pela cidade? Como encontrar formas coletivas de combatê-la? Falar sobre justiça climática é entender que as dimensões ambiental e social não estão separadas. Não é possível alcançar a justiça climática sem garantir direito à terra, água, saúde, trabalho digno, segurança e representação política para todes. Local: Espaço Cultural Jardim Damasceno

[14h às 15h30] Oficina de Brincadeiras Populares

A partir de brincadeiras populares vindas de Pernambuco e da Bahia, o ator, brincante e percussionista, Juarez Ferreira, idealizador da Festa de Rei, cria a magia e beleza do brincar simples. Nesta oficina, brincaremos de corrida de saco, corrida do ovo, quebra-cabeça, malabares, circo, pernas de pau e bolas de contato. Desperte sua ancestralidade e venha brincar com a gente! Local: Espaço Cultural Jardim Damasceno

[15h30 às 17h] Roda de capoeira

As plantas são utilizadas como remédios há milênios. É um saber ancestral de conexão à terra e aos ciclos naturais, passado de geração em geração. Cultivar tais conhecimentos é se opor à tendência de isolamento e fragmentação – é unir nossos corpos, terra e heranças. Nesta palestra, vamos conhecer algumas plantas vindas de hortas da Brasilândia e aprender quando e como utilizá-las. Lembrando: saborear um chá é compartilhar espaços. É um momento de olhar nos olhos, desacelerar o tempo e reconhecer o outro. É sobre criar comunidades de pertencimento e compartilhar subjetividades.

[14h às 18h] Mesa Gráfica

O que te atravessa? Na mesa gráfica, os participantes têm à disposição papéis, tintas, carimbos e stencils para criar colagens, cartazes e intervenções artísticas sobre os temas do #4 Festival. Venha materializar seus sonhos, insatisfações e reivindicações sobre a cidade.

[17h às 18h00] Encerramento

O que guardamos dos encontros, das conversas e dos aprendizados? Como direcionar aquilo que te afeta para realizar ação política, crítica e criativa? A vida, assim como as cidades, é impermanência e movimento. O 4# Festival termina. A construção do futuro continua, agora ainda mais potente! Local: Espaço Cultural Jardim Damasceno

[18h às 20h] Sarau da Brasa

O Coletivo Cultural Poesia na Brasa, realiza o sarau da Brasa mensalmente no bairro de vila Brasilândia, com o intuito de fortalecer a leitura, o acesso ao livro o protagonismo da população da periferia. O sarau é composto por tambores que são os princípios ativos, dessa forma por meio da oralidade, da batucada e da escuta resgatando e valorizando a ancestralidade.

O #4 é fruto de uma série de parcerias: